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Fifa registra domínio de quase 200 palavras

Empenhada em arrecadar cada vez mais com a Copa do Mundo, a Fifa “se apoderou” agora da língua portuguesa. A entidade que controla o futebol mundial “patenteou” quase 200 palavras e expressões que somente poderão ser usadas para fins comerciais com a autorização da Fifa ou da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que, para liberar o uso, cobram fortunas.

Até o nome do Brasil ligado ao ano de 2014 virou propriedade da Fifa. Já a palavra “seleção” pertence à CBF. O controle é tão grande que, para usar o nome Copa do Mundo para se promover, o governo brasileiro teve de pagar cerca de R$ 20 milhões à Fifa.

O registro desses termos e palavras tem como meta proteger os patrocinadores, que, em troca do direito exclusivo de usar esses termos e associar sua imagem à da Copa, pagaram à Fifa mais de 1 bilhão de dólares (cerca de R$ 2,2 bilhões), um valor recorde na história da entidade.

A prática de registrar nomes e expressões não é nova. A Fifa chegou a montar uma patrulha durante os Mundiais de 2006 e 2010 para vistoriar as áreas próximas aos estádios e, dessa maneira, garantir que nenhuma marca fosse mostrada além das de seus patrocinadores. O COI (Comitê Olímpico Internacional) também adotou medidas drásticas por ocasião dos Jogos de Londres, em 2012, impedindo até mesmo que padarias imitassem os anéis olímpicos em seus pães.

Entretanto, no Brasil essa atitude ganhou uma dimensão inédita. A Fifa fechou um acordo com o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) para garantir um controle total sobre os nomes e expressões registrados e praticamente transformou a agência estatal em seu cartório particular.

23/05/2014

Fonte:   www.oparana.com.br

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